Mercado · 09 de março de 2026
Leitura de mercado para 2026
Todo ano o mercado muda de humor e todo ano tem imobiliária que descobre isso em setembro, quando já não dá tempo de reagir. Planejamento de mercado não é previsão, é acompanhamento.
Existem três indicadores que qualquer dono consegue acompanhar sem consultoria. O primeiro é a disponibilidade de crédito imobiliário e a taxa média praticada pelos bancos com quem você trabalha, porque é isso que define quanto o seu cliente consegue comprar.
O segundo é o tempo médio de venda na sua região e na sua faixa de valor. Quando esse número começa a subir, o mercado está avisando com meses de antecedência que o estoque está desalinhado com o preço.
O terceiro é o seu próprio ticket médio ao longo dos trimestres. Ticket caindo com o mesmo volume de atendimento indica que o público que está comprando mudou, e o time precisa mudar o produto que oferece.
No comportamento do comprador, a mudança mais consistente é a pesquisa longa e o contato tardio. O cliente chega mais informado e mais adiantado na decisão, o que aumenta o peso da primeira resposta e da qualidade do material do anúncio.
Do lado da imobiliária, isso tem duas consequências práticas. A primeira é que estoque bem apresentado, com foto boa, vídeo e informação completa, converte muito mais que volume de imóveis mal cadastrados. A segunda é que marca importa: o cliente que já te acompanha chega com meio caminho andado.
Minha projeção para a Kin em 2026 é de R$ 156 milhões em VGV, e ela não está apoiada em otimismo com o mercado. Está apoiada em captação estruturada, time treinado e rotina de acompanhamento. Cenário bom acelera, cenário ruim atrasa, mas quem define o resultado é a operação.
Quer aplicar isso na sua imobiliária?
O Método KIN é a mentoria onde eu acompanho a execução do começo ao fim.
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